Primeiro passeio de 2011   Leave a comment

No passado sábado, 15 de Janeiro, dei o primeiro passeio de 2011. Já não andava há mais de mês e meio e as pernas sentiram esse interregno!

Dirigi-me para Norte deparando, na Madalena, que nesse tempo a Câmara de Vila Nova de Gaia não esteve parada, acrescentando mais uns metros ao troço de ciclovia que nasce na Afurada e que termina justamente na praia da Madalena. As obra ainda não terminaram pois ainda faltam as pinturas, que estavam a fazer, e tapar os buracos que fizeram na parte mais antiga e que obriga a um certo desconforto por quem aí passa e que temos que pensar que muitos fazem por uma simples manutenção e que não pensam ir para os montes.

Na Afurada, e devido às obras da marina, temos que sair da ciclocia e seguir pela estrada, junto ao que resta da Quinta Marques Gomes. Daqui para a frente, em Vila Nova de Gaia não há mais nenhuma novidade.

Por ser o primeiro passeio do ano e como já estava parado há muito tempo decidi dar meia volta junto à ponte de D. Luís I. O regresso fio feito pelo mesmo caminho sem novidades.

Ponte de D. Luís I

No final o corpo ressentia da paragem prolongada. As perdas doiam assim como as nádegas! Mesmo assim o andamento não foi mau de todo como assim diz as estatisticas do passeio:

Distância: 27,17 km
Tempo total de treino: 1h 36 m
Velocidade média: 17,04 km/h
Velocidade máxima: 35,89 km/h
Track GPS em GPSie

2011.01.15 – Valadares – Ponte de D. Luís I

Até uma próxima!

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Posted 2011.01.23 by apcmo in Uncategorized

Ano Velho   Leave a comment

Já há muito tempo que não vinha até este canto escrever para os meus leitores. Não por não ter andando (não tanto como queria) mas porque o tempo me escasseou para me sentar em frente ao computador, preferindo nos tempos livres andar mais um pouco de bicicleta do que escrever.

O ano que passou não foi tão animador como os anteriores tendo feito muito menos quilómetros do que tinha projectado, tendo feito mesmo menos quilómetros que em cada um dos dois últimos anos. Também a meteorologia não ajudou, pois muitos sábados foram chuvosos.

Assim as estatísticas de 2010 ficaram como demonstra o seguinte quadro

  Distância total percorrida 1052,44 km
  Tempo total 56 h 35 mn
  Número de passeios 26
  Distância média por passeio 40,48 km
  Tempo médio por passeio 2 h 56 mn
  Velocidade média 18,60 km/h

 

Mas nem tudo podemos dizer que foi um ano mau. Consegui fazer distâncias maiores, tendo mesmo muitos passeios acima dos 50 km, passei a usar “pés presos” e, portanto, posso dizer que evolui em cima da bicicleta.

Em breve colocarei os posts do ano passado no SkyDrive como já é habitual, não tendo ainda colocado por manifesta falta de tempo.

Um Bom Ano de 2011!

Posted 2011.01.17 by apcmo in Uncategorized

Antes do “defeso”   Leave a comment

Vem o mês de Agosto, e contrariando o que seria de esperar, a bicicleta entra em férias. Mas antes do descanso, ainda deu tempo para fazer duas voltas muito semelhantes, tendo como destino, S. Pedro da Maceda, mais propriamente o início da estrada militar que dá acesso à base aérea aí instalada.

Foram dois passeios rolantes, a ritmo certo e constante que me permitiram fazer médias próximas do 20 km/h e que deu para confirmar o meu actual bom momento de forma, pois não cheguei ao fim com nenhum cansaço nas pernas, mesmo tendo, no segundo passeio, batido o meu record de distância (57.37 km), ao efectuar um pequeno circuito à volta do Buçaquinho antes de efectuar o regresso pela praia.

Assim os dados estatísticos destas duas voltas foram os seguintes:

2010.08.07

Distância:

50,23 km

Tempo total de treino:

02:30

Velocidade média:

19,98 km/h

Velocidade máxima:

34,28 km/h
  Track GPS em GPSie

2010.08.07 – Valadares – Base Aérea da Maceda

2010.08.14

Distância:

57,37 km

Tempo total de treino:

02:55

Velocidade média:

19,57 km/h

Velocidade máxima:

32,80 km/h
  Track GPS em GPSie

2010.08.14 – Valadares – Base Aérea de Maceda

Os dois passeios tiveram também em comum a quase não existência de paragens pelo que não lhes posso associar nenhuma fotografia.

Resta-me desejar-vos boas férias e boas pedaladas!

Posted 2010.08.18 by apcmo in Uncategorized

Mais dois passeios   Leave a comment

Pois é, ando com uma certa preguiça para escrever estas linhas mas não para dar os meus passeios de sábado.

Tenho em atraso duas crónicas que irei juntar nesta de modo a poder por-me em dia.

O primeiro passeio foi até ao Parque da Cidade, tendo como característica principal a subida do Parque da Pasteleira a partir das Sobreiras.

Foi a segunda tentativa de efectuar este percurso (a primeira foi em Dezembro do ano passado, que poderão ler em Desafios e espírito de sacrifício) e, pasmem-se, com total sucesso, subindo-a sem parar e de tal forma que, exceptuando nos semáforos, só interrompi a pedalada, já no regresso, junto aos Molhes da Foz. Neste passeio aproveitei para filmar essa subida e colocá-la no meu canal do Youtube.

No segundo passeio, dirigi-me a Cortegaça. Como a distância seria grande, acelerei desde o princípio.  Mantive num ritmo tal que quando cheguei ao destino tinha uma velocidade média superior a 23 km/h, tendo mesmo atingido os 42 km/h de velocidade instantânea, junto ao campo de golfe de Espinho!

Em Valadares a ciclovia foi repintada e dividida em duas faixas cada uma com o seu sentido. O problema é que há ciclistas que andam a par obrigando a atravessar o traço contínuo. Aconteceu-me mesmo que, dando um sinal de campaínha ao aproximar-me de dois ciclistas que iam nessa situação, um deles, resmungou que “passasse pelo meio”. Respondi-lhe, em tom de troça que era só para o avisar que ía passar, continuando o caminho no tal ritmo rápido e constante.

Neste trajecto, realizei uma versão Verão 2010 do troço de Valadares das ciclovias de Vila Nova de Gaia.

Os dados estatísticos destas duas voltas foram os seguintes:

2010.07.10

Distância:

46,59 km

 

Tempo total de treino:

02:28

 

Velocidade média:

18,93 km/h

 

Velocidade máxima:

33,67 km/h
  Track GPS em GPSie

2010.07.10 – Valadares – Parque da Cidade

2010.07.17

Distância:

52,26 km

 

Tempo total de treino:

02:35

 

Velocidade média:

20,18 km/h

 

Velocidade máxima:

42,28 km/h
  Track GPS em GPSie

2010.07.17 – Valadares – Cortegaça

Não prometo não voltar a juntar crónicas, mas irei tentar. Até lá boas pedaladas!

Posted 2010.07.20 by apcmo in Uncategorized

Voltas em atraso   Leave a comment

Este longo silêncio não quer dizer que não tenho pedalado nestas últimas semanas, mas quase não tenho conseguido sentar à frente do computador para aqui escrever umas linhas.

Para que não percam pelo menos os percursos que fiz, ficam aqui os dados estatísticos das voltas que não descrevi:

2010.06.12

Distância:

19,77 km

 

Tempo total de treino:

01:08

 

Velocidade média:

17,49km/h

 

Velocidade máxima:

34,59km/h
  Track GPS em GPSie

2010.06.12 – Valadares – Silvalde

  2010.06.14

Distância:

32,16 km

 

Tempo total de treino:

01:44

 

Velocidade média:

18,62 km/h

 

Velocidade máxima:

31,71 km/h
  Track GPS em GPSie

<sem registo>

  2010.06.19

Distância:

32,35 km

 

Tempo total de treino:

01:54

 

Velocidade média:

16,98 km/h

 

Velocidade máxima:

35,23 km/h
  Track GPS em GPSie

2010.06.19 – Valadares – Espinho

  2010.06.26

Distância:

41,31 km

 

Tempo total de treino:

02:14

 

Velocidade média:

18,53 km/h

 

Velocidade máxima:

32,24 km/h
  Track GPS em GPSie

2010.06.26 – Valadares – Molhes da Foz

2010.07.03

Distância:

46,43 km

 

Tempo total de treino:

02:20

 

Velocidade média:

19,77 km/h

 

Velocidade máxima:

34,91 km/h
  Track GPS em GPSie

2010.07.03 – Valadares – Esmoriz

Até à próxima!

Posted 2010.07.09 by apcmo in Uncategorized

Nova ciclovia e “pés presos”   Leave a comment

Este sábado acordou algo estremunhado, cinzento e carrancudo, mas nem por isso demoveu-me de sair para dar a habitual volta de sábado. Neste dia tinha dois objectivos em mente, primeiro estrear os “pés presos” fora de casa e registar a nova ciclovia que foi inaugurada há pouco mais de oito dias, na Aguda.

Dirigi-me a Valadares, onde tenho nestes últimos tempos guardado a bicicleta e dali parti à aventura do fim-de-semana. Desci quase até à praia, onde me lembrei meter por uns caminhos que já não fazia há algum tempo e que levam até ao apeadeiro de Francelos pelo interior e só aí é que desci à praia, tendo então dirigido para a Aguda.

 

A nova ciclovia, ou melhor dizendo a completada ciclovia, estende-se por toda a avenida marginal da Aguda e dela já tinha falado em Junho do ano passado, quando fizeram o seu troço norte e já este ano, no mês passado, quando me deparei com as obras que estavam a fazer. É uma excelente ciclovia com largura suficiente em quase todo o seu percurso e que poderá substituir a que se encontra junto à lota. Um único senão  é a travessia da rotunda junto ao Bombeiros Voluntário da Aguda que, à semelhança do que acontece na marginal de Miramar, a ciclovia desaparece. Parece que a autarquia gaiense tem pavor de colocar ciclovias em rotundas!

Registei em vídeo o seu atravessamento e já o coloquei no Youtube.

Segui para Sul. Na Granja e conforme notícias que tinha lido durante a semana deparo-me com o bar de praia ali existente demolido dando já a sua substituição por um novo e moderno bar.

Continuei o caminho normal para Sul até que, chegando a Silvalde, o telemóvel começa a tocar insistentemente. SOS da empresa onde eu trabalho, o que me obriga a um regresso forçado.

Neste regresso, na Granja atravessei mais uma edição da feira de artesanato e de tasquinhas local e, na Aguda, deparei-me com o caminho encerrado pela Polícia. Uma prova internacional de ciclismo decorria e, por isso, a partir do apeadeiro da Aguda estava cortada a estrada. Esta situação obrigou-me a descer à praia e regressar à ciclovia da avenida marginal. Sem nenhum impedimento cruzei-me com alguns ciclistas em prova. Chegado ao campo de golfe, e de modo a regressar sem demoras, sou mesmo obrigado a fazer parte do percurso da prova. Alguns outros ciclistas de fim-de-semana, como eu, fizeram o mesmo.

O resumo estatístico desta jornada foi o seguinte:

 

Distância:

32,16 km

 

Tempo total de treino:

01:44

 

Velocidade média:

18,62 km/h

 

Velocidade máxima:

31,71 km/h
  Track GPS em GPSie

2010.06.12 – Valadares – Silvalde

Andar de “pés presos” não foi assim tão difícil como muitos pintavam. Não caí nenhuma vez como alguns profetas da desgraça previam, soltando os pés com facilidade, sempre que necessário. Era, porventura, mais difícil encaixar os pés, do que os soltar.

A experiência que tive fez-me concluir que levando os pés solidários ao pedal tornava mais consistente a pedalada, pelo que considero positiva a opção que tomei.

Até ao próximo passeio!

Posted 2010.06.13 by apcmo in Uncategorized

Índices físicos   Leave a comment

Já, por vezes, me têm perguntado o que significa IMC, VO2 e outros palavrões sobre índices físicos. Uma coisa é certa, estes índices físicos não devem ser levados à risca, sem controlo médico, pois cada indivíduo é um caso específico e as tabelas que vou representar são considerados valores médios da população.

O IMC ou Índice de Massa Corporal é um valor que compara a altura com o peso de uma pessoa através da fórmula

em que P é o peso em quilograma e A a altura em metros. Nas minhas pesquisas para conhecer os valores e os seus significados, encontrei duas tabelas ligeiramente diferentes e que vos apresento para vosso conhecimento, consideração e critica:

A coluna da esquerda de cada tabela é o limite mínimo do intervalo de valores, enquanto que a segunda coluna é o seu valor máximo. Sigo já há algum tempo os valores da primeira, tendo a segunda como comparação e curiosidade da subjectividade dos valores destes índices. Considero que o valor mínimo  para o peso normal é absurdamente baixo. Para uma pessoa de estatura de 1,70 m, daria um peso de 53,4 kg como aceitável!

Mas o IMC dá-nos um valor global da relação peso / altura mas, como sabemos o corpo humano é composto por por vários componentes entre quais a massa muscular, a massa gorda e água. Este valores podem ser obtido através de uma balança de impedância, actualmente muito comum à venda nos hipermercados e casas de electrodomésticos. Principalmente a massa gorda ajuda-nos a complementar o estudo da obesidade e seus valores estão assim tabelados:

Uma boa cura de emagrecimento não é perder peso mas sim perder massa gorda e para isso não é necessário dietas loucas. Para se perder a gordura em excesso o que é necessário é evitar o imobilismo, fazendo exercício físico, mesmo moderado e diminuir alimentos com bastantes gorduras.

Outros índices que se pode controlar tem mais a ver com a nossa preparação física embora também possam denunciar alguns problemas principalmente do foro cardíaco. É o VO2, índice que mede o consumo de oxigénio (V de volume e O2, da molécula de oxigénio) e a pulsação em repouso.

Para se obter o VO2 tem-se de usar métodos indirectos como o teste de Cooper, que quem fez o Serviço Militar Obrigatório o deve ter feito, ou  o teste da milha, também conhecido por teste de Rockport.

O teste de Cooper consiste em percorrer a maior distância possível em 12 minutos registando essa mesma distância. Com o auxílio da fórmula

conseguimos obter o volume de oxigénio consumido.

No teste de Rockport já temos que percorrer 1 milha (cerca de 1,6 km) registando o tempo, e a pulsação no final do teste. A fórmula para cálculo do VO2, neste caso é

Esta fórmula ainda usa o peso (P), a idade (I) e o sexo (G=1, se masculino, G=0, se feminino). t e FC são respectivamente o tempo que se demorou a percorrer a milha e FC o valor da frequência cardíaca no final do teste.

Para o teste de Rockport não é necessário correr, mas sim efectuar uma passada acelerada.

Os valores obtidos, quer por um teste quer por outro teste são validados pela seguinte tabela:

Por sua vez a frequência cardíaca de repouso é aquela que temos quando estamos em repouso. É um valor que se obtém nos testes em que se faz um electrocardiograma durante 24 horas, mas uma forma caseira de o obter, é medirmos, ao acordar, a frequência cardíaca. Medindo durante sete dias e obtendo a média dos valores, teremos um valor muito aproximado. A validação desta vez é dado pela seguinte tabela:

Pensem nestes índices como um material de trabalho mas nunca como valores a serem cumpridos religiosamente. O que interessa é principalmente que nos sintamos bem, quer fisicamente, quer psicologicamente.

Bons exercícios e até uma próxima!

Posted 2010.06.08 by apcmo in Uncategorized